domingo, 21 de julho de 2019

Rafael Loureiro


Rafael Loureiro, Professor de Educação Física, praticante e Mestre de Artes Marciais, nunca perdeu o gosto pela escrita que cultivou desde cedo.
Apaixonado pelo gótico e pelo Mito do Vampiro, fez uma incursão espiritual a este mundo oculto onde conheceu de perto a sua Alma e os seus Demónios. Decidiu então começar a descrevê-los nos seus poemas, assinando-os já como DelMoona, o seu alter-ego. Foi nessa altura também em que ergueu as suas vestes negras para jamais as deixar de usar.
Não satisfeito, decide escrever contos, aventuras, desse personagem que descobriu dentro de si. Um dia, é-lhe sugerido compilá-los num livro, e assim nasceu Memórias de um Vampiro, publicado em Edição de Autor em 2007 e posteriormente pela Editorial Presença em 2009. Naturalmente seguiu-se a sequela com Ascensão de Arcana, publicado primeiramente também em Edição de Autor, e por fim A Redenção.
Toda a sua narrativa constitui um paralelo muito próximo da sua própria vida e da sua realidade, de acontecimentos que se passaram consigo e se traduzem, claro, na realidade de Daimon DelMoona.
Em 2016 termina um novo livro, Cinzas de um Novo Mundo, um romance num universo tech noir, uma ramificação independente do universo da Trilogia Nocturnus.


Livros Publicados:
Trilogia Nocturnus
- Tomo I - Memórias de um Vampiro
- Tomo II - Ascenção se Arcana
- Tomo III - A Redenção

Cinzas de um Novo Mundo


Honras:
Julho 2016 - Fnac Almada Forum - Top Fantástico
Agosto 2016 - FNAC Algarve Shopping - Top Autores Portugueses
Novembro 2016 - FNAC Alegro Alfragide - Top 10




Bibliografia


quarta-feira, 17 de julho de 2019

Rita Cordeiro

Rita Cordeiro nasceu em Lisboa, a 20 de Março de 1992. Aos dois anos teve a primeira pneumonia e, após internamentos sucessivos ao longo de um ano, foi-lhe diagnosticada uma Imunodeficiência Primária aos cinco anos. Começou então a terapia de substituição de imunoglobulina aos seis anos, idade com que iniciou o percurso escolar em Massamá. Aos oito anos ganhou o gosto pela leitura e poucos anos depois pela escrita, enraizando o hábito de ler e escrever durante a adolescência.
Licenciou-se em Línguas, Literaturas e Culturas (2013) e graduou-se mestre em Estudos Ingleses e Americanos (2016). Participou no intercâmbio académico através do programa Erasmus durante o terceiro ano da licenciatura (2012 – 2013).
Criou o blogue literário Pedaços de Escrita em 2012, onde aborda temas literários, as respectivas leituras e, recentemente, partilha alguns aspectos do seu trabalho literário; e o blogue Viver com IDP em 2016, onde aborda assuntos pertinentes sobre a sua doença crónica. Em 2017 publicou o seu primeiro livro, a antologia poética intitulada Este Mundo e o Outro, através da Chiado Editora.



Bibliografia

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Sandra Carvalho


Sandra Carvalho nasceu a 29 de junho de 1972, em Sesimbra, numa rua antiga virada para o mar. Cedo o seu amor pelos livros a conduziu à descoberta de novos mundos, que incendiaram a sua imaginação e a incentivaram a escrever. Curiosa por todos os géneros literários, encontrou no Fantástico o universo ideal para desenvolver a sua criatividade. O interesse pelas civilizações Celta e Viquingue, aliado ao gosto pelo romance, a aventura e a magia, deram origem à sua primeira obra, A Saga das Pedras Mágicas, publicada pela Editorial Presença em 2005, que se desenrola ao longo de oito livros narrados por três gerações de mulheres fortes e apaixonadas.
Em 2014, Sandra Carvalho abraçou o desafio de criar uma nova obra inspirada na História de Portugal. Assim nasceu Crónicas da Terra e do Mar, uma trilogia com uma narrativa fascinante, que tem como mote a descoberta dos Açores e onde a realidade da sociedade portuguesa do século XV se entretece com o romance e as peripécias de corsários e piratas.
A escritora viu concretizar-se outro sonho quando, em 2017, o primeiro livro d’A Saga das Pedras Mágicas foi traduzido para castelhano e publicado no México pela Ediciones B, da Penguin Random House.
Já em 2019, Sandra Carvalho foi distinguida pela Associação Mulheres Empreendedoras Europa e África, com um prémio na categoria Literatura.


Livros Publicados:

A Saga das Pedras Mágicas:
Livro 1 - A Última Feiticeira, 2005
Livro 2 - O Guerreiro Lobo, 2005
Livro 3 - Lágrimas do Sol e da Lua, 2006
Livro 4 - O Círculo do Medo, 2007
Livro 5 - Os Três Reinos, 2008
Livro 6 - A Sacerdotisa dos Penhascos, 2009
Livro 7 - O Filho do Dragão, 2012
Livro 8 - Sombras da Noite Branca, 2013


Crónicas da Terra e do Mar
Livro 1 - O Olhar do Açor, 2014
Livro 2 - Filhos do Vento e do Mar, 2017
Livro 3 - O Grito do Corvo, 2017


Prémios:




Bibliografia


sábado, 13 de abril de 2019

Ana Pereira

Ana Pereira nasceu em 1983 em Lisboa. Iniciou os seus estudos musicais em órgão aos 8 anos e em 2003 começou as aulas de Gaita-de-fole no grupo “Bardoada” com o professor Paulo Marinho (Sétima Legião, Gaiteiros de Lisboa). Em 2007 termina a licenciatura em Contabilidade e Finanças pelo Instituto Politécnico de Setúbal e no mesmo ano muda-se para Vigo (Galiza) onde se especializa como Instrumentista em Violino Folk e Mestre em Gaita, pela Escola Municipal de Música Tradicional e Folk de Vigo, E-trad.

Foi membro da Banda de Gaitas “Xarabal” e “Cans de Palleiro” (Galiza) e colaborou com diversos grupos de música tradicional galega. Integrou a Orquestra Folk “Sondeseu” (Vigo), a banda de gaitas “Orquestra de Foles” (Lisboa), o grupo “Gaiteiros da Bardoada” (Pinhal Novo) e colaborou com o grupo “De outra margem” e “Celina da Piedade”, entre outros.

Compôs e interpretou a música para o espetáculo de Dança Contemporânea “Xurxo” de Fran Martinez.
Actualmente colabora como gaiteira nos grupos “Trabucos” e “Sondeseu”.
Colabora também com o Círio dos Olhos de Água, onde desenvolve um trabalho de preservação das tradições regionais ligadas à Gaita-de-Fole em toda a península de Setúbal.
Tem, ao longo dos últimos anos, sido convidada como gaiteira solista por diversas Bandas Filarmónicas, assim como pela Orquestra Sinfónica da Extremadura (Espanha) e Orquestra Nova de Guitarras (Portugal).
Paralelamente dá aulas de Gaita-de-Fole no Colégio Maria Pia (Lisboa), no grupo “Bardoada” (Pinhal Novo) e está neste momento a desenvolver um projecto de recuperação das gaitas-de-fole no Concelho de Sesimbra.
Foi Directora Musical da banda de gaitas “Orquestra de Foles” e Presidente da Associação Portuguesa para o Estudo e Divulgação da Gaita-de-Foles.

sexta-feira, 5 de abril de 2019

José Miguel Oliveira


Quem sou eu?
Sou o José Miguel Oliveira, nascido em 1966, casado, duas filhas.
Sou psicólogo educacional e formador.
Sou aprendiz de fotógrafo a tempo inteiro, aprendiz do ver e do olhar.
Sou alguém que fotografa todos os dias, por dentro e por fora das coisas… E, por vezes, também uso a máquina fotográfica.
Sou escritor de coisas prescritas e amachucadas por dentro; de coisas proscritas pela voracidade do tempo que nos consome; de coisas pré-escritas mas ainda por entender nos alforges da humanidade que carrego nas costas; de coisas re-escritas na eternidade do questionamento que é a vida…

De onde venho?
Venho da inquietude permanente – resquícios de uma adolescência que teima em perdurar na vontade e no sangue, a par do amadurecer dos olhos e dos afectos.
Venho da escrita, da psicologia, da educação… e tantas outras coisas que tento misturar no olhar por detrás da câmara.
Venho de Alhos Vedros, terra antiga, cansada de lutas velhas e novas pragas.
Venho da rua, que é onde me sinto em casa, enquanto fotógrafo.
Venho do fundo, onde a luz, por vezes, cega, lá do fundo onde guardo o tempero das emoções e o fermento das palavras que ando a aprender a usar.

Para onde vou?
Vou para a luz e tudo o que com ela conseguir escrever.
Vou para o ponto zero, que é para poder recomeçar. Ver de novo. Voltar.

O que faço aqui?
Aprendo.
Partilho.
Exponho-me.
E espero…
Espero que o diafragma da vontade de me dizer não se abra demasiado e se perca o meu retrato. Espero que as minhas imagens e as minhas palavras não saiam de foco. Espero que a velocidade do pensamento não arraste os meus gestos.
Espero que o rio das palavras não me seque.
Espero não ficar mal na fotografia!

O que trago?
Trago uma tentativa de reflectir sobre o acto de fotografar (seja ou não com palavras lá dentro) e o acto de escrever (seja ou não com imagens nos olhos); sobre a fragilidade e a dúvida; sobre o questionamento e a essência…Em resumo, sobre o ser humano em mutação, em (re)definição e interrogação permanente.
Enquanto fotógrafo, procuro captar a figura humana, não a pessoa em si, na sua individualidade e idiossincrasia, mas a figura humana enquanto símbolo, enquanto acto, movimento, ideia, pensamento. A figura humana como se em “sentido figurado”, apenas enquanto objecto do olhar de uma interrogação vital: «quem somos?», «de onde vimos?», «para onde vamos?», «o que fazemos aqui?». Uma figura central, é certo, mas sem ocupar o centro, sem mostrar os contornos, por vezes, sem revelar o rosto, apenas figura.
Por isso, optei pelos fundos que não competissem com a figura, céus “rapados”, horizontes esbatidos na névoa, velocidades baixas que revelassem o movimento e ocultassem os detalhes, a identidade, a definição.
Por isso, procurei reflexos e sombras…, um soslaio, um vislumbre…que dissesse o ser…
Enquanto poeta, apenas procuro. A poesia não se faz de respostas, faz-se do fogo da inquietação e da eterna procura.

Para mais informações visite a página do autor


Bibliografia


quinta-feira, 28 de março de 2019

Alice Brito


Alice Brito é advogada, defensora da causa feminista e cronista em periódicos on-line. Tem artigos publicados em revistas e participações com outros autores em alguns livros.
Em 2012 publicou o seu primeiro livro “As mulheres da Fonte Nova”. “O dia em que Estaline encontrou Picasso na biblioteca” viu a luz do dia em 2015.
Neste seu terceiro romance, "A Noite Passada", a autora aborda pela primeira vez o 25 de Abril e os meses intensos que se lhe seguiram. Mas não só. O Portugal do pós guerra até à revolução também aí é descrito sobretudo ao nível do quotidiano das suas personagens.
Em todos os romances há uma pergunta que se impõe: até que ponto a política, que parece uma coisa tão distante, e a História, que para muitos é coisa guardada dentro de compêndios, se sentam todos os dias à mesa connosco e invadem a nossa vida...





Bibliografia



Ana Gonçalves


Ana Alexandra Graça Gonçalves. Nascida em 01/07/1978 em Torres Vedras. Frequentou o curso superior de Tradução no Instituto Superior de Línguas de Lisboa. Trabalha actualmente num escritório em Lisboa.
Autora do blogue: Triunfo da Razão (triunfo-da-razao.blogspot.com)
Escreveu profusamente artigos de opinão publicados no Jornal Público e Diário de Notícias.
Publicou o livro “A Era dos Malditos” sob a chancela da extinta Editora Alphabetum.


Autora dos livros:

A Era dos Malditos;
Genus;
A Última Viagem;
Os Subtraídos;
A Fábrica;
2020;
Vale dos Loucos; Um Retrato Azul;

52 Km: Terra de Ninguém
Natureza tem Horror ao Vazio;
Qualquer Dia é Bom para Morrer Excepto Hoje;
Bunker 193

Contos:
1939;
O Cofre
Um Anão Dançarino Que Vive No Fundo de Uma Garrafa
O Caminho dos Perdidos





Bibliografia



sábado, 16 de março de 2019

Tânia Antunes

Tânia Antunes nasceu em 11 de Dezembro de 1986 no Barreiro. Reside no concelho de Almada. Desde tenra idade que demonstrou grande aptidão e paixão pela pintura. Alcançou o 1°. lugar em pintura no ensino secundário com uma obra a pastel seco. Terminando o ensino secundário na área das Artes, Tânia explora vários estilos de pintura, destacando-se como seus preferidos o cubismo e o surrealismo/simbolismo. Entre os seus artistas preferidos, referências que a influenciam, destacam-se Pablo Picasso, Amadeu de Sousa Cardoso, George Braque, Salvador Dali, entre muitos outros. Actualmente, o seu método criativo flui em conceitos cuja inspiração surge no seu meio envolvente, aguçando-lhe a sensibilidade. Expõe desde 2017, ano em que passou a dedicar-se à pintura e a participar em exposições em galerias, e em espaços culturais e históricos de norte a sul do país.





Obras

Da esquerda para a direita: 
Libra da Sirena, Acrílico sobre tela, 70x50cm; Cisne Magic, Acrílico sobre tela, 70x50cm; Os Opostos - Mulher, Pastel seco sobre papel cavalinho A3

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Célia David

Célia David nasceu em 1963.
É atriz profissional desde 1982.
Presidente da Direção do TAS desde Março 2014. 
Diretora Artística (2007/2009). 
Curso de Teatro do Conservatório Nacional (1984/87) em regime noturno, Curso Técnicas de Actor, Curso de Criação Dramática na Casa da Comédia, Estágio com Luc Montech, Diretor do Centro Dramático de Toulouse, Atelier Técnicas de Stanislavsky/SPA, Curso de Caracterização e MaKe-Up, Atelier Audiovisual Azares da Expressão com a Teatróloga Helene Varopoulos/ CCB, A Estética Expressionista na Representação da Tragédia pela atriz Maya Lyberopoulos. Na Fundação Gulbenkian, O Crescimento do Actor com Polina Klimovitskaya, Contact Improvisation com Howard Sonenklar, Energia do Actor com Emilio Genazzinni /Mássimo Grippa Abraxa Teatro de Roma. Teatro Estúdio de Lisboa (1987/89). 
Em televisão integrou o elenco de diversas novelas, séries e peças de teatro. 
Na Rádio em folhetins, peças e locução. 
Participou na gravação de dois cd’s de Poesia (Bocage e Sebastião da Gama). 
No Cinema, em produções de língua francesa (tem o Curso Prático da Alliance Française). 
Entre 1997 e 2010 encenou Fortunato e TV Glória de Norberto Ávila, O Gato e a Gaivota de Luís Sepúlveda, Os Anjos não Morrem a partir da obra de Brecht, Antes de Começar de Almada Negreiros, A Lição de Ionesco e Cantar Lorca. Volta a encenar em 2017, A Noite dos Poetas de João Natale Netto e em 2018 A Rainha dos Estapafúrdios de José Eduardo Agualusa. 
Desde 1990, lecciona Expressão Dramática, Curso de Formação Teatral, Workshop Imaginação Dramática no CEM, Conservatório de Artes e Casa da Cultura. 
É docente da disciplina de Expressão Dramática na ADCS desde 2001. Integrou o projeto Pas de 5 em conjunto com criadores europeus, que mereceu o Prémio Criatividade e Inovação da União Europeia para as Artes e Cultura em 2013.

Direcção e encenação (entre outros)



quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Elsa Rebelo

Elsa Rebelo é Ceramista e Diretora Artística da Fábrica Bordallo Pinheiro.

Nasceu no seio de uma família ligada à cerâmica e não se recorda de um período da sua vida em que não se encontrasse rodeada de cerâmica artística, descobrindo cedo as possibilidades plásticas, estéticas e alquímicas da cerâmica.

Aprende olaria e pintura com mestres cerâmicos nacionais e internacionais. Desenvolve cerâmica de autor, desde 1992.

É Licenciada em Animação Cultural pela Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha (2006). 

Leciona pintura cerâmica e técnicas decorativas (1992 – 2001) – CENCAL, em workshops, cursos de formação, cerâmica para designers e intercâmbios internacionais.

Inicia a sua atividade na Fábrica Bordalo Pinheiro (2001), representando a empresa em , eventos culturais, gestão artística e técnica de projetos com artistas plásticos e designers nacionais e internacionais.

Integra o projeto 7 Bordallianos Portugueses realizando a obra da sua autoria (Menina Saxe), com lançamento e exposição/instalação no MUDE (Museu do Design e da Moda, em Lisboa / 2011);
Gestão técnica e artística do evento‘20 Bordallianos do Brasil’;

Escreve para o livro ‘A Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha, de Bordalo Pinheiro à Atualidade: Sua História’, Civilização Editora.

Vencedora das nomeações ‘Personalidade Feminina 2011’, na categoria Artes Plásticas, evento organizado pela revista LUX, que visa permear o talento, a paixão e o profissionalismo da mulher portuguesa.

Leciona a disciplina de decoração cerâmica na Escola Superior de Arte e Design, em Caldas da Rainha (2013).

Realiza exposição individual “Heranças e Individualidades de Elsa Rebelo” no Museu da Cerâmica (2015).

Integra a exposição coletiva internacional “Corpus” no Museu José Malhoa, com a instalação Cacos Party (2016). Realiza a instalação “GRAAL”, no Mosteiro da Batalha
(2016).

É autora de três obras em permanência na Estação Rodoviária de Caldas da Rainha (Rodoviária do Oeste): “Percursos Bordallo” (2009) – “Orla das Gamelas” (2015) e “Pontos de Paisagem” (2017) no âmbito do projeto de recuperação e requalificação daquele espaço.

Realiza exposição individual Terra Alma no Museu Almeida Moreira – Viseu (2017).

Participa no EXIT – mostra de obras da autoria dos antigos alunos da ESAD nas montras das lojas das Caldas da Rainha (organização da MOLDA).

Marca presença na XIII Bienal Internacional de Aveiro com a obra MEDUSAS (2017).

In Side Out - exposição individual na galeria do Museu Municipal - Covilhã (2018).

Sobre a sua obra, refere: «Trabalho as matérias que transportam em si memórias, criando-lhes uma nova história. Procuro dar força aos objectos criados, tornando-os exclusivamente únicos, com personalidade própria.

"Faço cerâmica com o espírito do alquimista. Deixo que as formas se revelem, os pigmentos se misturem, como se tivessem finalmente oportunidade de sair do estado latente em que se encontravam.

Como um expectador curioso, vou percepcionando pulsões, formas que se atraem e que naturalmente se encaixam, empilham, por vezes em desequilíbrio perfeito, pigmentos de cor que fundem e em fluído se misturam.

Qual espectáculo performativo vou descobrindo as suas intenções e narrativas, num vínculo enigmático com o novo objecto criado.”»




Obras

             


Em cima, Delírio.
Em baixo, à esquerda, Balance; à direita, Duplo desejo.

Figura: Guerreira

Ana Wiesenberger


Ana Wiesenberger, de nome completo, Ana Cristina Estrela da Silva Franco Dias Wiesenberger, nasceu em Lisboa em 1962 onde viveu até aos 10 anos, tendo residido desde então em Setúbal.

Nos últimos anos tem residido parcialmente no norte da Alemanha por razões de índole pessoal.

Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, variante Inglês/Alemão pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa na década de oitenta, tendo posteriormente feito uma Pós-Graduação em Estudos Americanos na Universidade Aberta.

Leccionou durante mais de vinte anos no Ensino Básico e Secundário em várias escolas na cidade de Setúbal e no Pinhal Novo, estando actualmente aposentada.

Escreve desde sempre, sendo que as primeiras histórias e textos poéticos surgiram por volta dos onze anos. Planeara sempre dedicar-se à escrita depois da aposentação, porém, nunca perspectivara que a situação acontecesse tão precocemente devido ao aparecimento de uma doença grave.

O primeiro livro de poesia, Dias Incompletos surgiu em 2011 pela Temas Originais; o segundo, Idades foi lançado em 2012 pela Esfera do Caos e em 2014 foi a vez de dar voz aos poemas, ditos de intervenção, com Portugal, Meu Amor. O livro mais recente, Corredores, foi publicado pela Esfera do Caos em 2015.

Participou em muitas antologias de poesia, destacando-se entre elas, Entre O Sono E O Sonho da Chiado Editora em vários anos e Erotismus, Impulsos E Apelos (vol. I em 2013 e vol. II em 2015) da chancela da Esfera do Caos.






Bibliografia




quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

João Bello


João Bello, começou cedo o seu gosto pela pintura de estilo realista, especializada em retratos.
Entre muitos outros países, realizou várias exposições em Portugal, Ilha da Madeira, Espanha, Itália, França, Alemanha, Inglaterra e EUA.
É um artista de projecto completo que procura alcançar a perfeição em tudo o que faz. 
Enquanto artista autodidacta procura descobrir o seu próprio estilo e incutir ao seu trabalho um carácter único.

À medida que o interesse pela sua pintura fotorrealista foi crescendo, foi expandindo o seu repertório, que passou a incluir carros clássicos e imagens sobre o “estilo de vida”.


Obras