quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Elsa Rebelo

Elsa Rebelo é Ceramista e Diretora Artística da Fábrica Bordallo Pinheiro.

Nasceu no seio de uma família ligada à cerâmica e não se recorda de um período da sua vida em que não se encontrasse rodeada de cerâmica artística, descobrindo cedo as possibilidades plásticas, estéticas e alquímicas da cerâmica.

Aprende olaria e pintura com mestres cerâmicos nacionais e internacionais. Desenvolve cerâmica de autor, desde 1992.

É Licenciada em Animação Cultural pela Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha (2006). 

Leciona pintura cerâmica e técnicas decorativas (1992 – 2001) – CENCAL, em workshops, cursos de formação, cerâmica para designers e intercâmbios internacionais.

Inicia a sua atividade na Fábrica Bordalo Pinheiro (2001), representando a empresa em , eventos culturais, gestão artística e técnica de projetos com artistas plásticos e designers nacionais e internacionais.

Integra o projeto 7 Bordallianos Portugueses realizando a obra da sua autoria (Menina Saxe), com lançamento e exposição/instalação no MUDE (Museu do Design e da Moda, em Lisboa / 2011);
Gestão técnica e artística do evento‘20 Bordallianos do Brasil’;

Escreve para o livro ‘A Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha, de Bordalo Pinheiro à Atualidade: Sua História’, Civilização Editora.

Vencedora das nomeações ‘Personalidade Feminina 2011’, na categoria Artes Plásticas, evento organizado pela revista LUX, que visa permear o talento, a paixão e o profissionalismo da mulher portuguesa.

Leciona a disciplina de decoração cerâmica na Escola Superior de Arte e Design, em Caldas da Rainha (2013).

Realiza exposição individual “Heranças e Individualidades de Elsa Rebelo” no Museu da Cerâmica (2015).

Integra a exposição coletiva internacional “Corpus” no Museu José Malhoa, com a instalação Cacos Party (2016). Realiza a instalação “GRAAL”, no Mosteiro da Batalha
(2016).

É autora de três obras em permanência na Estação Rodoviária de Caldas da Rainha (Rodoviária do Oeste): “Percursos Bordallo” (2009) – “Orla das Gamelas” (2015) e “Pontos de Paisagem” (2017) no âmbito do projeto de recuperação e requalificação daquele espaço.

Realiza exposição individual Terra Alma no Museu Almeida Moreira – Viseu (2017).

Participa no EXIT – mostra de obras da autoria dos antigos alunos da ESAD nas montras das lojas das Caldas da Rainha (organização da MOLDA).

Marca presença na XIII Bienal Internacional de Aveiro com a obra MEDUSAS (2017).

In Side Out - exposição individual na galeria do Museu Municipal - Covilhã (2018).

Sobre a sua obra, refere: «Trabalho as matérias que transportam em si memórias, criando-lhes uma nova história. Procuro dar força aos objectos criados, tornando-os exclusivamente únicos, com personalidade própria.

"Faço cerâmica com o espírito do alquimista. Deixo que as formas se revelem, os pigmentos se misturem, como se tivessem finalmente oportunidade de sair do estado latente em que se encontravam.

Como um expectador curioso, vou percepcionando pulsões, formas que se atraem e que naturalmente se encaixam, empilham, por vezes em desequilíbrio perfeito, pigmentos de cor que fundem e em fluído se misturam.

Qual espectáculo performativo vou descobrindo as suas intenções e narrativas, num vínculo enigmático com o novo objecto criado.”»




Obras

             


Em cima, Delírio.
Em baixo, à esquerda, Balance; à direita, Duplo desejo.

Figura: Guerreira

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Célia David

Célia David nasceu em 1963.
É atriz profissional desde 1982.
Presidente da Direção do TAS desde Março 2014. 
Diretora Artística (2007/2009). 
Curso de Teatro do Conservatório Nacional (1984/87) em regime noturno, Curso Técnicas de Actor, Curso de Criação Dramática na Casa da Comédia, Estágio com Luc Montech, Diretor do Centro Dramático de Toulouse, Atelier Técnicas de Stanislavsky/SPA, Curso de Caracterização e MaKe-Up, Atelier Audiovisual Azares da Expressão com a Teatróloga Helene Varopoulos/ CCB, A Estética Expressionista na Representação da Tragédia pela atriz Maya Lyberopoulos. Na Fundação Gulbenkian, O Crescimento do Actor com Polina Klimovitskaya, Contact Improvisation com Howard Sonenklar, Energia do Actor com Emilio Genazzinni /Mássimo Grippa Abraxa Teatro de Roma. Teatro Estúdio de Lisboa (1987/89). 
Em televisão integrou o elenco de diversas novelas, séries e peças de teatro. 
Na Rádio em folhetins, peças e locução. 
Participou na gravação de dois cd’s de Poesia (Bocage e Sebastião da Gama). 
No Cinema, em produções de língua francesa (tem o Curso Prático da Alliance Française). 
Entre 1997 e 2010 encenou Fortunato e TV Glória de Norberto Ávila, O Gato e a Gaivota de Luís Sepúlveda, Os Anjos não Morrem a partir da obra de Brecht, Antes de Começar de Almada Negreiros, A Lição de Ionesco e Cantar Lorca. Volta a encenar em 2017, A Noite dos Poetas de João Natale Netto e em 2018 A Rainha dos Estapafúrdios de José Eduardo Agualusa. 
Desde 1990, lecciona Expressão Dramática, Curso de Formação Teatral, Workshop Imaginação Dramática no CEM, Conservatório de Artes e Casa da Cultura. 
É docente da disciplina de Expressão Dramática na ADCS desde 2001. Integrou o projeto Pas de 5 em conjunto com criadores europeus, que mereceu o Prémio Criatividade e Inovação da União Europeia para as Artes e Cultura em 2013.

Direcção e encenação (entre outros)



Ana Wiesenberger


Ana Wiesenberger, de nome completo, Ana Cristina Estrela da Silva Franco Dias Wiesenberger, nasceu em Lisboa em 1962 onde viveu até aos 10 anos, tendo residido desde então em Setúbal.

Nos últimos anos tem residido parcialmente no norte da Alemanha por razões de índole pessoal.

Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, variante Inglês/Alemão pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa na década de oitenta, tendo posteriormente feito uma Pós-Graduação em Estudos Americanos na Universidade Aberta.

Leccionou durante mais de vinte anos no Ensino Básico e Secundário em várias escolas na cidade de Setúbal e no Pinhal Novo, estando actualmente aposentada.

Escreve desde sempre, sendo que as primeiras histórias e textos poéticos surgiram por volta dos onze anos. Planeara sempre dedicar-se à escrita depois da aposentação, porém, nunca perspectivara que a situação acontecesse tão precocemente devido ao aparecimento de uma doença grave.

O primeiro livro de poesia, Dias Incompletos surgiu em 2011 pela Temas Originais; o segundo, Idades foi lançado em 2012 pela Esfera do Caos e em 2014 foi a vez de dar voz aos poemas, ditos de intervenção, com Portugal, Meu Amor. O livro mais recente, Corredores, foi publicado pela Esfera do Caos em 2015.

Participou em muitas antologias de poesia, destacando-se entre elas, Entre O Sono E O Sonho da Chiado Editora em vários anos e Erotismus, Impulsos E Apelos (vol. I em 2013 e vol. II em 2015) da chancela da Esfera do Caos.






Bibliografia




quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

João Bello


João Bello, começou cedo o seu gosto pela pintura de estilo realista, especializada em retratos.
Entre muitos outros países, realizou várias exposições em Portugal, Ilha da Madeira, Espanha, Itália, França, Alemanha, Inglaterra e EUA.
É um artista de projecto completo que procura alcançar a perfeição em tudo o que faz. 
Enquanto artista autodidacta procura descobrir o seu próprio estilo e incutir ao seu trabalho um carácter único.

À medida que o interesse pela sua pintura fotorrealista foi crescendo, foi expandindo o seu repertório, que passou a incluir carros clássicos e imagens sobre o “estilo de vida”.


Obras




segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Luís Cohen Fusé

Luis Cohen Fusé nasceu em Buenos Aires, Argentina, em 1944. 

Estudou cerâmica na Escola de Belas Artes de Mar del Plata. 

Formou-se em Arquitectura na Universidade Nacional de Buenos Aires e estudou gravura e litografia na Escola de Belas Artes em Barcelona. 

Em 1988 assinou contrato com a Galeria Vorpal de Nova Iorque. 

Participa em exposições em Nova Iorque, São Francisco e Canadá. Artista multifacetado, tem trabalhado em todo tipo de suportes, tais como, desenho de jóias, pintura mural em fresco e azulejo, escultura, pintura de cavalete, entre outros. Obteve nacionalidade espanhola em 1976 e reside em Portugal desde 1982. 

Ao longo da sua carreira, desde 1963, participou em mais de 60 exposições individuais e colectivas na Argentina, Brasil, Venezuela, Bélgica, U.S.A., Espanha e Portugal. Referem-se algumas:

- Exposições individuais 

1967 - Mostras privadas em Roma e Venezuela; 
1975 - Mostras privadas em Milão; 
1976 - Galeria D´Alaro, Sitges (Barcelona); Galeria Internacional, Ibiza; Galeria Seny, Barcelona; 
1977 – Centro de Estúdios Llerdenses, Sala Gótica, Lérida; Galeria Vilanova e la Geltrú, Barcelona; 
1978 – Galeria Tertre, Mataró (Barcelona); Galeria Gavos, Tarragona;
1979 – Galeria Heller, Madrid;
1980 – Galeria Tertre, Mataró (Barcelona); Galeria de Vilanova, Barcelona; 
1981 – Galeria Marie Swizard, Paris;
1983 – Galeria do Casino do Luso; Galeria “A Grade”, Aveiro; 
1984 – Prainha, Portimão; 
1985 – Galeria Tempo, Lisboa;
1986 – Galeria JN, Porto;
1987 – Galeria R.75 – Biblioteca Nacional, Lisboa; 
1992 – Galeria de Arte do Casino de Estoril, Estoril; 
1993 – Galeria Andare, Mataró (Barcelona) Gravuras (Tiragem especial, Técnica Poupée) ; Galeria São Mamede, Lisboa; Galeria Arte Vária, Coimbra; 
1994 – Sala de Exposições da Caja de Madrid, Barcelona; Galeria Belo-Belo, Braga; 
1996 – Palácio Marquês de Pombal, Oeiras; Galeria Arte Vária, Coimbra;
1998 – Galeria Ismes, Vilanova i La Geltrú, Barcelona;
1999 – Galeria Ygrego, Lisboa;
2000 – Galeria Arte Vária, Coimbra; 
2001 – Galeria Interatrium, Porto;
2002 – Galeria Arte e Oficina, Setúbal; Galeria Ygrego, Lisboa; 
2003 – Palácio Nacional da Ajuda “Um olhar sobre o Palácio/Percursos”, Lisboa. 
2004 – Galeria Arte Vária, Coimbra. 
2006 – Galeria Interatrium, Porto. 
2008 – Instituto Cervantes de Lisboa. 
2009 - Posada do Freixo. Porto; Comisariada por a Galeria Camara dos Azuis de Lisboa , Portugal; 
2010 - Galeria MI. Lisboa, Portugal, Exposição de Pintura e Escultura "Vanitas"; 
2012 - 'Instintos Oníricos'' pintura na Fundação D. Luis, Centro Cultural de Cascais, Portugal; "Ambiguidades", pintura e escultura na Galeria Inter-Atrium, Porto, Portugal; 
2013 - "O Fio do tear", Exposição de Pintura no Showroom da Tricana, Cascais, Portugal;
2015 - Museu do Oriente, "Namban, Retrospectiva", Expressiom Gallery Project, Fundação Oriente, Lisboa, Portugal.

- Colecções onde está representado

Caja Madrid, Madrid;
Fundação Miró, Barcelona;
Banco Comercial Português, Lisboa;
Colecção Muldoom Helder, San Francisco;
Museu de Lérida;
Colecção de Arte do grupo Estoril Sol;
Museu de Arqueologia e Etnografia de Setúbal; 
Banco Português do Atlântico;
Colecção do ICEP, Lisboa;
Conde du Barry, Paris
Maximiliano de Habsburgo, Berlim; 
Colecção Adría, Barcelona;
Palácio de Ajuda, Lisboa;
Palácio Marquês de Pombal, Oeiras;
Fundação Marquês de Pombal, Lisboa.




Obras




Em cima, da esquerda para a direita
Amber Forever, óleo s/ tela, 130x96 cm; A Árvore da Judeia, Óleo/tela, 100x100 cm.

Em baixo
Sinfonia em vermelho, óleo s/tela 100x100 cm.

sábado, 26 de janeiro de 2019

Beatriz Cunha


Beatriz Cunha, nasceu em Lisboa em 1959.

Estudou História na Universidade Nova de Lisboa e Joalharia contemporânea no AR.CO.

Nos anos noventa inicia a sua abordagem à Escultura, explorando técnicas e materiais, desenvolvendo a sua linguagem artística de forma independente. A pesquisa e a experimentação são fundamentais na concepção das suas obras, mas conduzem à criação de estruturas que exigem disciplina e precisão técnica.

Vê a arte como um processo contínuo e a expressão plástica como parte integrante da vida.

Membro da Sociedade Portuguesa de Autores e da Sociedade Nacional de Belas Artes.

Principais exposições individuais

2017 “Escultura em Pedra”, Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros
2016 “Relicários Efémeros na Convento do Espírito Santo”, Loulé
2015 “Relicários Efémeros”, Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa
2010 “Escultura” Centro cultural Olga Cadaval, Sintra
2007 “Sentir” Galeria Municipal de V.F. Xira, Palácio Quinta da Piedade
2006 “Biótopo”, Galeria Municipal de Abrantes
2005 “Sonhos e Mitos”, Museu Municipal de Alcochete
2004 “Biomorfismos”, Galeria Municipal de Arruda dos Vinhos
2001 “Bestiário Fantástico e outros Sonhos”, Galeria CTT, Lisboa
2000 “Paleo Mater”, Galeria Casa da Cultura de Mêda
1999 “O Futuro dos Mitos”, Galeria CTT, Lisboa

Obras em espaços públicos

“Pássaro de Cumeada” Porto de Mós
“Diálogo” Loures
“Uro”, Parque Urbano, Azambuja
“Mastro Solar”, Vila Viçosa
“Alauda”, Cotovia, Sesimbra
“Ubertas”, Parque Natural de Alto Tajo, Espanha
“Eolito”, Vila Sol, Quarteira

Selecção de Exposições Colectivas

2018 XX Bienal Internacional de Arte de Vila Nova de Cerveira
2017 XIX Bienal Internacional de Arte de Vila Nova de Cerveira
2016 Encontros com a Arte Pública - ANO II, Parque das Abadias, Figueira da Foz
2015 XVIII Bienal Internacional de Arte de Vila Nova de Cerveira
2014 “Arte Hoje” Sociedade Nacional de Belas Artes
“5ª Essência-Exposição Internacional de Arte contemporânea”, Mosteiro da Batalha
2013 “Per Petram” Castelo de Porto de Mós
“Sintra Arte Pública X” volta do duche, Sintra
2011 “1ª International sculpture Exhibition”, Sculpture.Factory, Pêro-Pinheiro.
“Escultura de Ar Livre”, Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos, Amadora.
2010 “Os Bichos também são gente” Galeria de Arte do Casino Estoril
“Calcários cromáticos”, Museu da Pedra, Cantanhede
2007 “Escultura Livre 2007”, Parque de Sinçães, Vila Nova de Famalicão.
2005 “5ª Edição do Prémio Amadeu de Souza-Cardoso”, Amarante;
II Bienal de Artes, Mafra
Colectiva de Escultura”, Fundação Oriente, Macau.




Obras





quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Albano Almeida


Albano Soares de Almeida nasceu na cidade de Lisboa a 27 de Setembro de 1961.

Com quatro anos de idade, devido à profissão de seu pai – cozinheiro – radicou-se com a família em Setúbal, na Rua Arronches Junqueiro (antiga rua de São Sebastião), onde viveu até 1997, tendo frequentado a escola de formação musical da Sociedade Musical Capricho Setubalense e a Academia de Música e Belas Artes Luísa Todi. 

Desde os 16 anos de idade, começa a descobrir a área da música tradicional portuguesa. Paixão que o leva a participar na formação e fundação de projectos musicais como “Cantares”, “Banda do Andarilho” e “D’Traz da Guarda”, com as quais participou em diversos espectáculos por todo o país e no estrangeiro, bem como, em programas televisivos.

Ao longo do seu percurso musical colabora em imensos projectos e com vários músicos, tais como: Conjunto típico “Os Galés”, Titina – Música de Cabo-Verde, Rui do Cabo, João Afonso, Piedade Fernandes, Deolinda de Jesus e Quim Gouveia. 

Na área do teatro com os malogrados actores Carlos César, Álvaro Félix, Fernando Guerreiro e Carlos Rodrigues. É autor de músicas para teatro, onde se destaca colaboração com o TAS-Teatro Animação de Setúbal e os grupos de teatro “Fontenova” e “Teia”. 

Com Carlos Rodrigues, em 1987, realizou acções pedagógicas para a divulgação da poesia e da música, junto de escolas do ensino secundário, em vários concelhos do Distrito de Setúbal, sendo este projecto considerado pela Secretaria de Estado da Cultura de “Manifesto Interesse Público”. Em parceria com Carlos Rodrigues, é ainda, autor de música para teatro, música infantil, música ligeira e marchas populares, tendo esta parceria resultado na Grande Marcha de Setúbal 2002 “Setúbal Bonita”. 

Desde 1997 tem participado com o Rancho Folclórico de Praias do Sado, quer como executante na sua Tocata, quer dando aulas de instrumentos tradicionais, participando ainda em acções de divulgação dos instrumentos musicais tradicionais portugueses em escolas do Concelho de Setúbal. Fez parte da comissão técnica da Federação Portuguesa de Folclore para a região da Estremadura. 

Entre 2007 e 2009 colaborou com os Museus municipais, com escolas do concelho de Setúbal e com o Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal, na realização da exposição “Os Instrumentos Musicais Populares Portugueses”, exposição que esteve patente ao público em 2014 no Museu do Trabalho Michel Giacometi. 

Na área do Fado tem vindo a realizar trabalho de pesquisa e posterior apresentação pública sobre as suas formas musicais, as suas formas poéticas e a evolução do “Fado na Cidade de Setúbal – do Poeta Calafate aos Nossos Dias”, tendo participado em 2013 na curta metragem “Sou do Fado” que retrata o fado vadio na cidade de Setúbal.

Trabalha assiduamente com vários músicos e artistas, repartindo actuações, quer em Portugal, quer no estrangeiro, e participando com Agostinho Soares Torres (guitarra portuguesa) na disciplina de História do Fado na Uniseti – Universidade Sénior na Cidade de Setúbal. 

Em Março de 2013 foi homenageado com a Medalha de Mérito Cultural no aniversário dos 460 Anos da Junta de Freguesia de São Sebastião, em Setúbal.





Actuações


domingo, 20 de janeiro de 2019

Luis Liberato


Luís Liberato nasceu na Guiné-Bissau em 1955. 

Actualmente reside e trabalha em Lisboa. 

Expõe individual e colectivamente desde 2010, ano em que passou a dedicar-se exclusivamente à pintura.

Tem participado em várias exposições com destaque para o “Salão Convívio dos Artistas / Sócios” da Sociedade Nacional de Belas Artes, 2014; IX Bienal de Arte da Vidigueira, 2014; Exposição colectiva na Torre Branca em Milão, Espaço Exibicionista e Galeria Europa América entre outras. 

Ao longo deste percurso tem sido distinguido com vários prémios, dos quais se destacam:

- Menção Honrosa de Ouro no 3º. Salão Internacional de Arte Galeria Aberta do Estoril, 2014;

- Medalha de Bronze na 2ª. Arte Expo Internacional de Montemor-o-Velho; 

- Medalha da Paz na 1ª Exposição Internacional de Artes e Letras do Coninter, Alandroal;

- Prémio Internacional de Pintura Creative 2014 na 3º Exposição Internacional de Artes e Letras do Coninter na Fundação Marquês de Pombal em Oeiras; 

- Menção Honrosa na VIII Bienal de Arte da Vidigueira 2012 e IX Bienal de Arte da Vidigueira 2014. 

- Prémio Especial (Trabalho mais arrojado e inovador) CMTV da X Bienal de Arte da Vidigueira 2016.

Está também presente na lista dos 100 artistas portugueses selecionados “Debut Contemporary & Portugal Now” Londres 2015. 

Representado na Galeria Rastro na Figueira da Foz e Galeria Palpura em Lisboa. Com o Painel políptico no Sindicato Independente da Banca em Lisboa.




Obras




Em cima, da esquerda para a direita: 
Paisagens XXI-12 Acrílico sobre tela (60x60cm) 2018; Paisagem 14 Acrílico sobre tela (60x60cm) 2018.

Em baixo
#13 Acrílico sobre tela (80x80cm) 2019.